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Não se deixem acorrentar pela maledicência das redes sociais”: Montenegro pede apoio para pacote laboral aos jovens do congresso da JSD

O presidente do Partido Social Democrático pediu aos cerca de 600 jovens no congresso da JSD para não se deixarem influenciar pelas discussões nas redes sociais. “Não nos deixemos acorrentar por lógicas de influência externa das linhas de decisão”, apelou

presidente do Partido Social Democrático (PSD), e também primeiro-ministro, Luís Montenegro, pediu aos cerca de 600 jovens no congresso da JSD para não se deixarem acorrentar por discussões mediatizadas e maledicência das redes socais.

“Não se deixem acorrentar pelas discussões, muitas vezes mediatizadas, mas são discussões de uns para os outros, dentro de essa mediatização”, apelou.

Montenegro acrescentou para que não “se deixem acorrentar, e muito menos vencer, pela maledicência das redes sociais, por uma visão que tanto penaliza a liberdade de pensar, porque querem impor, quase que à força, uma linha de raciocínio e uma linha de pensamento”.

“Eu acredito que é também com o vosso apoio, é também com o vosso poder de persuasão, com o vosso foco nos problemas da sociedade e das pessoas, e também com a capacidade de poderem espelhar a nossa visão e a esclarecer as pessoas que nós podemos continuar a transformar Portugal”, apelou Luís Montenegro, este sábado.

Este apelo saiu no final de meia hora de discurso, em que enumerou as medidas tomadas enquanto governante, como passes gratuitos e investimentos no ensino profissional e nas novas universidades, e imediatamente a seguir a destacar algumas das alterações do novo pacote laboral.

Luís Montenegro falava em Viseu, na sessão de encerramento do XXIX Congresso da JSD, que contou com a participação de cerca de 600 militantes que ouviram o primeiro-ministro defender as medidas do governo.

“Eu não estou a dizer que não se valorizam, estou a dizer é que não nos deixemos acorrentar por lógicas de influência, às vezes, até externa das linhas de reflexão de pensamento e, muitas vezes, até das linhas de decisão”, afirmou.

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