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Mourinho, a lesão de Ríos e os “miúdos”: “Fomos criticados por não fazer uma coisa que é ilegal”

Anísio Cabral, Daniel Banjaqui, José Neto: “Os jovens jogadores… Eu faço o meu trabalho com toda a naturalidade, acho que as coisas que lhes acontecem também acontecem com naturalidade, com o trabalho que eles fazem ao longo dos anos. Depois obviamente que é preciso alguém que os meta lá dentro, que há sempre um primeiro passo, mas o importante é que estamos a pensar muito neles, analisamos ao detalhe a situação indicada, cansaço, mudança de equipas, tempos de utilização, treinam com a primeira equipa… O José Neto treina com a primeira equipa todos os dias, já jogou na primeira equipa, nos sub-23, na equipa B, na Youth League… Têm de ser geridos com pinças, com apoio científico… Ainda esta semana fizeram análises, foram “investigados” ao nível médico, para termos dados que nos permitam ter algum tipo de decisões com eles, porque estão numa altura importante do desenvolvimento deles e preocupamo-nos imenso com eles. Relativamente a contratos, há coisas que se dizem às vezes com um bocadinho de pouco conhecimento, obviamente que só podem assinar contrato profissional quando fazem 18 anos. Já há umas semanas que se dizia que o Benfica não tinha assinado contrato com os jogadores… O Benfica não pode assinar com os jogadores. Fomos

Benfica não tinha assinado contrato com os jogadores… O Benfica não pode assinar com os jogadores. Fomos criticados por não fazer uma coisa que é ilegal [n.d.r. refere-se à Lei do Contrato de Trabalho Desportivo, que estabelece, como limite máximo, três anos de contrato para jogadores abaixo dos 18 anos]. Só podem assinar com 18 anos. Tanto estes três como outros que nós gostamos e em quem acreditamos, o Benfica tem controlo da situação, que passa fundamentalmente pelo desejo que os miúdos têm de ficar aqui, pela sensação mais do que provada que aqui vão ter portas abertas para o desenvolvimento e estamos contentes com o processo.”

Richard Ríos: “Sinto falta de todos. Uma coisa é ter Prestianni e Schjelderup ou Sudakov, outra coisa é ter Prestianni, Schjelderup, Sudakov, Rafa, Lukebakio, Bruma. Para lhe dar o exemplo relativamente aos alas. Outra coisa é ter Ríos, Enzo, Aursnes e Barreiro, outra é ter só Aursnes e Barrerio, e o Manu que vai crescendo a pouco e pouco. Prefiro ter toda a gente à disposição. Ríos é um jogador único no nosso plantel, único nas suas características, mas acho que quem tem jogado tem jogado muito bem. Temos encontrado uma dinâmica muito adaptada às suas características. Só não estou contente com os empates que temos tido, principalmente este com o Tondela. Mas estou contente com a maneira que a equipa joga, que depende muito ali da cassa das máquinas, que é uma expressão muito utilizada para aquela posição do meio-campo. Não me surpreenderia se no segundo jogo contra o Real Madrid estivesse. O primeiro se calhar é prematuro, mas ali entre o primeiro e o segundo, ou no segundo, está por aí a chegada dele.”

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