Irmão sugere que Epstein tenha sido morto a mando da administração Trump

Os ficheiros Epstein têm potencial para derrubar cúpulas de vários países. 10 anos depois, e com milhões de ficheiros divulgados, a justiça francesa abriu uma investigação aos nacionais envolvidos. Nos Estados Unidos, várias caras muito conhecidas apareceram com o milionário.
Jeffrey Epstein disse ao irmão, em 2016, que tinha tanto sobre Donald Trump e Hillary Clinton que as eleições teriam de ser anuladas, se ele falasse. Dez anos depois, e com milhões de ficheiros divulgados, a justiça francesa abriu uma investigação aos nacionais envolvidos.
Jack Lang, ex-ministro dos negócios estrangeiros de França, com Epstein, em frente ao Louvre.
Aos 86 anos, Lang deixou a presidência do Instituto do Mundo Árabe, sob tutela do governo de Paris. Agora que é um dos alvos do ministério público.
Os ficheiros Epstein têm potencial para derrubar cúpulas de vários países.
Nos Estados Unidos, várias caras muito conhecidas apareceram com o milionário, também lobista. Entre eles, o casal Bill e Hillary Clinton, que vão depor no Congresso, até ao final deste mês. Trump parece apreciar.
“Vão ser detidos, e isso é o problema deles. Temos de ver o que acontece. Mas eu vi-a em Munique e ela tem mesmo síndrome de desorientação de Trump. Fui totalmente ilibado em relação ao caso Epstein.”
Não foi, por enquanto. O nome de Trump aparece em, pelo menos, mil referências nos ficheiros. Nada que incrimine ou ilibe o Presidente dos Estados Unidos, que foi muito amigo de Jeffrey durante anos, antes de o pedófilo morrer enforcado na prisão.
Em entrevista por telefone à televisão francesa BFMTV, o irmão tem uma convicção:
“Ele foi assassinado, e não quero que as pessoas fiquem impunes, não só pelo meu irmão, mas o facto de um cidadão americano ter sido morto numa prisão americana, onde deveria estar sob a proteção do Governo dos EUA, foi desanimador para qualquer americano.”
Mark deixa no ar a ideia de que, em 2019, Jeffrey tenha sido morto a mando da administração, a primeira de Trump, que começara dois anos antes.
Trump ganhou à primeira, perdeu à segunda e ganhou de novo à terceira tentativa. E continua a impedir que se conheça os nomes de alegados participantes em crimes sexuais, com Epstein.






