“Aproveitem esta aberta no mau tempo que nos tem flagelado: venham votar”

António José Seguro votou esta manhã nas Caldas da Rainha. O candidato à Presidência da República, que venceu a primeira volta com 31,1% dos votos, sublinhou a importância do exercício do direito ao voto.
O candidato à Presidência da República, António José Seguro, votou esta manhã na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha. À saída, em declarações aos jornalistas, relembrou as vítimas das tempestades e apelou ao voto e pediu aos eleitores que aproveitem “a aberta no mau tempo” para ir votar e dizer “o que querem e quem querem para Presidente da República”
.Seguro votou pelas 10:30, acompanhado pela mulher, Margarida Maldonado Freitas e, à saída, em declarações aos jornalistas as primeiras palavras foram de condolências à família do bombeiro que morreu em Campo Maior na véspera e também de solidariedade a todas as famílias afetadas pelo mau tempo.
Eu espero que esta abertura de tempo permita que as pessoas venham votar. Este é o momento em que o povo é soberano, em que cada voto conta e decide mesmo o futuro do nosso país”, apelou, considerando que esta é uma decisão “muito importante”.
O candidato mais votado na primeira volta das presidenciais deixou um apelo às pessoas para que se dirijam às urnas e “venham dizer o que querem e quem querem para Presidente da República”.
A segunda volta da eleição que vai decidir o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa realiza-se numa altura em que dezenas de concelhos do país, sobretudo nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, enfrentam perdas e estragos provocados pelas depressões Kristin e Leonardo, com a destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, queda de árvores, aluimentos, e cortes de energia e de abastecimento de água.
Três municípios – Alcácer do Sal (Setúbal), Arruda dos Vinhos (Lisboa) e Golegã (Santarém) – bem como algumas secções de voto de algumas freguesias de outros municípios assolados por cheias, decidiram adiar a eleição para o dia 15 de fevereiro por considerar que não estão reunidas as condições de segurança necessárias para a realização do ato eleitoral.Disputam o ato eleitoral António José Seguro, apoiado pelo PS desde a primeira volta e depois pela restante esquerda e por personalidades de vários quadrantes políticos, e André Ventura, líder do Chega.






