Pedro Pinto sobre assalto ao Chega: “Ponho as mãos no fogo por qualquer um dos meus 60 deputados”

Pedro Pinto, líder parlamentar do Chega, é o convidado do Facto Político.
O Orçamento do Estado já entrou na Assembleia da República e vai começar a ser discutido no Parlamento em breve com a viabilização garantida pela abstenção do Partido Socialista. Ainda por confirmar oficialmente está a posição do Chega, mas a avaliar pelas declarações do líder parlamentar do partido ao Facto Político, a decisão será igual à do ano passado: “Este orçamento é insensível à crise. É um orçamento que não podemos apoiar”.
Ao contrário de André Ventura, Pedro Pinto não aponta responsabilidades a Donald Trump pelo preço que os portugueses estão a pagar pelos combustíveis: “Não é por causa de Donald Trump que estamos a pagar mais pelos combustíveis. O barril de petróleo estava mais caro quando começou a guerra na Ucrânia do que está hoje, por isso há aqui alguém que está ganhar com esta crise, nomeadamente o Estado”.
Mais de três meses depois do assalto ao gabinete de André Ventura na Assembleia da República, o líder parlamentar do Chega diz que põe “as mãos no fogo por qualquer um dos 60 deputados”.
Assumindo que os gabinetes do Chega continuam de portas destrancadas, lembra que o partido avisou várias vezes para as “ameaças de morte” que tinham sido deixadas “debaixo da porta”, lamentando que tenham sido desvalorizadas.
Olhando para o futuro, assume que “se Ventura for constituído arguido tem condições para continuar presidente do Chega. Ser arguido não é ser condenado”.
Todas as semanas, um “Facto Político” é analisado por um protagonista. Entrevistas diretas ao centro das questões que dominam a vida política nacional. Ao sábado, às 11:00, na SIC Notícias, com o jornalista Diogo Teixeira Pereira.





